Autor: TcheLLu Nos últimos anos, um modelo vem dominando as conversas dentro da indústria dos games: os chamados “jogos como serviço” — ou simplesmente live service . A proposta parece irresistível à primeira vista. Em vez de lançar um jogo completo e seguir para o próximo projeto, as empresas criam experiências contínuas, que evoluem com o tempo. Novos conteúdos, eventos sazonais, atualizações frequentes e, claro, monetização recorrente. Mas a grande pergunta é: isso realmente representa o futuro dos games… ou estamos diante de um modelo que pode se tornar um problema? 🔄 O lado brilhante do live service Quando bem executado, o modelo funciona — e funciona muito bem. Títulos como Fortnite e Genshin Impact provaram que é possível manter uma comunidade ativa por anos. O segredo está no ciclo constante de novidades: sempre há algo novo para fazer, conquistar ou explorar. O jogo nunca “acaba”. Além disso, do ponto de vista das empresas, o modelo é extremamente atrativo. A receit...
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